Atuações da Seleção: Samuel Lino faz dois e se destaca junto de Estêvão e Pedro; dê suas notas - ge
Boa estreia pela Seleção. Foi pouco acionado, principalmente no primeiro tempo, mas apareceu bem quando necessário, como em chute de Manvir, aos oito do segundo tempo, e também em saídas da área para cortar lançamentos.
Participou dos dois gols do Brasil na etapa inicial, primeiro com assistência, depois com passe iniciando a jogada. Pouco exigido defensivamente. Foi substituído no intervalo.
Ajudou a "alargar" o campo pelo lado direito e, embora tenha aparecido menos do que o titular da posição, teve bom desempenho. Quase marcou nos acréscimos, em chute de dentro da área, mas parou no goleiro Singh Gill.
Capitão brasileiro teve atuação segura, favorecido também pelo baixo nível técnico dos indianos. Ganhou quase todas as disputas e foi eficiente na saída de bola.
Foi exigido nas bolas longas da Índia, mas deu conta do recado. Eficiente também na saída de bola.
Ganhou chance como titular após disputar poucos minutos contra a Austrália. Deu conta do recado em um teste de pouca exigência.
Salvou bola em cima da linha e evitou gol indiano aos 18 minutos. Apareceu menos no apoio, um de seus pontos fortes, mas não errou passes e participou do quarto gol.
Acertou 39 de 40 passes que tentou, mas a maioria com baixo nível de dificuldade. Ficou mais entre as intermediárias ofensivas e defensivas, sem chegar à linha de fundo. Saiu no intervalo.
Firme, ganhou disputas e protegeu bem a área.
Correto na marcação e também na saída de bola, correu de área a área e fechou bem os espaços.
Discreto, ocupou o lado esquerdo do meio de campo, deu passes simples e cometeu alguns erros bobos.
Apareceu menos do que no último jogo, contra a Austrália. Não teve sucesso nos passes mais agudos que tentou.
Entrou no segundo tempo e tentou quebrar linhas com passes, mas dessa vez não teve tanto êxito. Terminou o jogo com a braçadeira de capitão.
O jovem meia santista teve pouco brilho. Ocupando o lado direito do meio de campo, deu passes curtos e teve seu melhor momento aos 35, quando cruzou na cabeça de Pedro, que mandou na trave. Também saiu no intervalo.
Entrou bem, sendo importante na ligação entre defesa e ataque e fechando espaços na defesa. Foi ele quem roubou a bola no lance que resultou no terceiro gol do Brasil.
Um dos melhores em campo. Fez gol, deu assistência e buscou passes verticais. Não ficou com a bola tanto tempo, mas quando apareceu levou perigo.
Ficou cara a cara com o goleiro após bom passe de Bruno Guimarães, mas estava em impedimento. Último a entrar, não participou tanto do jogo.
Demorou um pouco para se encontrar no jogo, mas depois teve boa atuação. Acertou cabeceio na trave, fez um gol e ainda deu assistência.
Entrou com fome, brigando pela bola e arriscando finalizações, mas não conseguiu nenhum chute no alvo. Aos 21, cometeu erro de passe e ligou contra-ataque que quase resultou em gol da Índia.
Foi a principal válvula de escape do Brasil no começo do jogo. Conseguiu dribles e arrancadas pelo lado esquerdo do ataque, mas não concluiu tão bem as jogadas. Se desligou em alguns momentos e foi o jogador que mais ficou em impedimento (quatro vezes). Jogou só o primeiro tempo.
Aproveitou muito bem a chance. Além de criar jogadas de perigo pelo lado esquerdo do ataque, foi importante taticamente sem a bola. Marcou os dois gols do Brasil na etapa final, o segundo deles em boa jogada individual.
Diante de um adversário frágil, aproveitou para fazer observações e mexeu em todo o time no segundo tempo. Seleção teve o controle e só não construiu vantagem maior porque tirou o pé do acelerador. Jogo não permite análises mais aprofundadas.

